Transição de Carreira e Recolocação Profissional

Transição de Carreira e Recolocação Profissional … A arte de recomeçar. 

Buscar recolocação profissional não é fácil ainda mais se o mercado está retraído e em crise.

Normalmente o momento de transição de carreira é repleto de dúvidas, incertezas e inseguranças.

– E agora? Para onde vou?

– Procuro uma vaga no mercado ou abro uma empresa? Vou para a Consultoria?

Dificilmente estas dúvidas não surgiram em momentos de transição de carreira, não é mesmo?

Fases do processo de Transição

Os estudos demonstram que o processo de transição apresenta algumas fases bem definidas, que vão desde o sentimento de raiva, tristeza, insegurança, injustiça até o momento que o profissional percebe que está na hora de buscar os novos desafios, ou seja, olhar para frente.

Mas como sair dessa?

A sabedoria está em compreender este momento e repensar sua Carreira estrategicamente.

Compreenda algumas etapas que podem lhe ajudar no processo de transição profissional:

  • Reflexão inicial para identificação de seu potencial e realizações/resultados alcançados
  • Análise de carreira e definição de novos objetivos profissionais
  • Reflexão sobre o que foi alcançado até aqui e próximos passos
  • Revisão de Currículo e Empregabilidade
  • Identificação de novas oportunidades
  • Uso do seu Networking de maneira estratégica através da exposição em redes sociais e utilização de ferramentas disponíveis (Ex.: LinkedIn)
  • Planejamento futuro

Negócio Próprio e Consultoria

Além disso, você pode se perguntar se já não é hora de “virar a chave” e realizar a abordagem inicial para abertura de negócio próprio ou Consultoria.

Claro que tudo isso precisa de um processo de reflexão e acaba sendo algo bastante pessoal e o processo é individual.

Você já parou para pensar em tudo isso?

Espero que a reflexão tenha lhe ajudado e se precisar de apoio conte comigo.

 

Dante Bonetti de Freitas

Sócio Diretor e Consultor da Trida Treinamento e Desenvolvimento

Coaching para melhoria de performance e direcionamento da carreira

Coaching

Esclarecendo o que é Coaching

O Coaching ganhou espaço no ambiente organizacional, como um processo para liberação do potencial humano, a fim de transformá-lo em desempenho e consequentemente em resultado.  Isso significa que as pessoas vão melhorar sua performance.

Se você é um Gerente e deseja ser um Diretor isso significa que você vai precisar ter uma performance “excelente” na função atual para ter chance de uma promoção. Muitas vezes isso é um dos pontos que são trabalhado no processo de coaching.

Uma outra maneira é pensarmos que você teve uma promoção para um cargo maior e agora precisa alcançar o nível de performance exigido no novo cargo.

Dessa forma o processo de coaching vem ajudando os profissionais nos diferentes momentos de suas carreiras.

Explicando um pouco mais …

É um processo de aprendizagem e desenvolvimento de competências comportamentais.   O Coach (profissional treinado para entregar o processo de coaching) vai apoiar o Coachee (pessoa que passará pelo processo de coaching), no desenvolvimento de novos e mais efetivos comportamentos.

O coaching ajuda a aumentar a produtividade de colaboradores e lideranças por meio de novos comportamentos e atitudes.
Coaching Individual ou em Equipe

O processo de coaching pode ser desenvolvido de forma individual ou em grupo.

Isso mesmo! Da mesma maneira que uma pessoa pode desenvolver uma competência uma Equipe também pode.

Exemplo: se uma equipe tem muitos conflitos e isso decorre da falta de uma comunicação adequada então pode-se trabalhar para o desenvolvimento de uma comunicação assertiva na equipe. Simples assim…

As verdades e os modismos relacionados ao Coaching.

Muitas pessoas ficam receosas porque o termo Coaching acabou sendo utilizado para muitas coisas e virou moda.

Para que você tenha um bom acompanhamento é necessário escolher um bom profissional (Coach) que tenha feito a formação em um local que tenha qualidade de ensino da técnica.

Nós, profissionais da Trida T&D, passamos por processo de Certificação em Instituições reconhecidas no mercado e isso garante a qualidade de nossa atuação.

Conte conosco na sua caminhada!

 

Dante Bonetti de Freitas

Sócio Diretor e Consultor da Trida Treinamento e Desenvolvimento

Liderança situacional

Lideranca SituacionalA teoria da liderança situacional, desenvolvida por Paul Hersey e Ken Blanchard, é um modelo que conquistou diversos especialistas e é muito aplicado até hoje para o desenvolvimento de líderes.

Segundo esse modelo, a liderança bem sucedida é alcançada pela escolha do estilo adequado, que é relacionado ao nível de prontidão dos liderados, portanto é uma teoria que centra seu foco sobre os liderados.

De acordo com essa teoria, o líder desenvolve a capacidade de diagnosticar a situação dos seus liderados em termos de maturidade para realizar a tarefa a ser executada e escolher a melhor forma de se posicionar enquanto líder.

A liderança situacional baseia-se numa inter-relação entre:

  1. Quantidade de orientação e direção (comportamento de tarefa).
  2. Quantidade de apoio sócio-emocional (comportamento de relacionamento).
  3. Nível de prontidão dos subordinados na execução de uma tarefa (maturidade).

Neste modelo, a ênfase recai sobre o comportamento do líder em relação aos subordinados.

Aplicação da Liderança Situacional

Para a maior produtividade de liderados imaturos é apropriada uma direção firme (comportamento de tarefa). Quando ocorre um aumento de maturidade das pessoas (ainda imaturas) deve ocorrer um reforço positivo e apoio socioemocional (comportamento de relacionamento). Finalmente, quando os liderados atingirem altos níveis de maturidade, o líder deve reduzir o controle sobre as atividades e também sobre o comportamento de relacionamento, uma vez que o apoio socioemocional é menos importante que a necessidade de autonomia. Nesse estágio o líder pode demonstrar sua confiança deixando as pessoas por sua própria conta, o que gera amizade e confiança entre líder e liderados.

A chave de uma liderança eficaz está baseada na capacidade do líder identificar o nível de maturidade do indivíduo ou do grupo que se pretende influenciar e, a partir daí, adotar o estilo de liderança apropriado.

O que é liderança?

No texto da semana passada abordamos as características de um bom líder, falamos de todos os atributos que um profissional no cargo de liderança deve ter para conduzir uma equipe de modo efetivo. No texto de hoje iremos explicar o conceito de liderança e os seus diferentes tipos.

Ser líder nos dias de hoje significa apresentar as habilidades necessárias para liderar em tempos de mudanças.

As organizações estão mudando e com isto muda a forma de administração, o que traz como consequência a mudança do papel e competências do líder.

Existem muitos estudos e sobre a liderança e, apesar do assunto ser vasto, há muita coisa em comum nas discussões e definições.

Podemos definir a liderança como “a capacidade de influenciar um grupo para o alcance de objetivos comuns”.

Por esta definição podemos compreender que o estilo antigo de liderança “manda quem pode e obedece quem tem juízo” já não é eficaz no contexto atual. É certo afirmar que a capacidade de influência e persuasão de um líder será fundamental para a formação de equipes de alta performance e o alcance/superação de resultados organizacionais.

Do ponto de vista de tomada de decisão, destacamos a seguir algumas características importantes da liderança:

Liderança autocrática: as decisões tomadas são centralizadas no líder, sem a interferência dos demais integrantes da equipe. Ele define as funções de cada um e determina os procedimentos para a execução das tarefas que devem ser empenhadas.

Liderança democrática: as decisões são tomadas em conjunto, a divisão das funções e os procedimentos para a execução de cada uma delas são estabelecidas pela equipe. Contudo, todo o processo é assistido pelo líder, que intervem quando necessário, oferecendo sugestões e soluções para os seus liderados.

Liderança liberal:  esse tipo de liderança muitas vezes é característica de uma equipe madura e confiante, onde os profissionais têm mais liberdade na decisão dos projetos vigentes. A participação do líder é limitada, ele permite a proatividade de seu grupo, pois tem conhecimento da qualidade do desempenho de seus liderados.

Existem ainda muitos outros estilos de liderança. Cabe ao líder definir seu estilo, dependendo da maturidade de sua equipe e do perfil a que ela se enquadra. O importante é que o líder inspire e motive seus liderados e, a partir da confiança estabelecida alcance os resultados organizacionais.

Características de um bom líder

Um bom líder influencia de forma positiva os seus funcionários e molda o comportamento de cada um deles, indicando as direções certas a serem seguidas, gerando resultados efetivos para a organização.

Diferente do que pensam muitas pessoas, um líder não tem como tarefa única impor regras e distribuir ordens, na verdade, o cargo de líder vai muito além disso. Em conjunto com a sua equipe ele assume riscos, enfrenta os desafios do dia a dia e, logicamente, aprende com ela, porque muito mais que dirigir uma equipe, um líder cria um ambiente motivador para agregar valor e gerar resultados.

Um líder competente é o coração de uma boa equipe. Possui comprometimento com o seu pessoal, é observador, tem uma evidente facilidade para a tomada de decisões acertadas, se comunica com confiança com o seu grupo e desenvolve a capacidade de pensar de seus liderados.

Um bom líder sabe ser flexível quando o momento pede, sabe conversar com a sua equipe, oferecendo feedbacks periódicos, possibilitando, assim, a troca de experiências. Junto com uma equipe bem dirigida, promove o aumento da produtividade e rentabilidade de sua organização. Nos momentos de conquistas, um líder competente também sabe reconhecer o esforço de sua equipe.

Ele conquista a confiança de seu grupo, e conhecendo e entendendo as competências de cada membro de sua equipe, sabe delegar funções, visando a criação de uma equipe de alta performance e um melhor engajamento entre cada integrante.

A liderança pode surgir naturalmente e também pode ser aprendida. É fácil encontrar, hoje em dia, indivíduos que não estão em cargos de gestão, mas que demonstram um perfil propício à liderança. Em outras situações pode ser lapidada, com a orientação certa. Através de treinamentos que busquem desenvolver os pontos fortes dos indivíduos e trabalhem o desenvolvimento de habilidades, além de orientação para a condução eficaz de uma equipe, de reuniões, entre outros, é possível transformar um líder e garantir às organizações a geração de resultados sustentáveis.